Mostrando postagens com marcador psiquiatria. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador psiquiatria. Mostrar todas as postagens

21/01/2015

Resumo Medicina - Psiquiatria/Neurologia

RESUMO MEDICINA - PSIQUIATRIA/NEUROLOGIA

DEPRESSÃO
Fluoxetina 20mg - tome 1 cp por via oral.
Amitriptilina 50 mg - tomar 1 cp pela manha.
P.C.: Depressao

TRANSTORNO BIPOLAR
Litio 300 mg - tomar 1 cp pela noite.
Controle com litemia.
p.c.: transtorno bipolar

CRISE ENXAQUECA
Fraca - aas(500mg - se precisar repete em 4h) / diclofenaco 50mg vo(se precisar
repete em 4h) ou ibuprofeno 400mg vo(se precisar repete em 4h)
Moderada - acrescentar triptanos - sumatriptano sc/vo/nasal (6mg subcutanea - pode repetir em 1h / 50-100mg vo - pode repetir em 2h / 10-20mg nasal - pode repetir em 2h) naratriptano, zolmitriptano, rizatriptano
Forte - dipirona ev, clonixilato de lisina ev, triptanos, indometacina, clorpromazina im ev, dexametasona ev, haloperidol im ev
Pc.: migranea, enxaqueca

CRISE CEFALÉIA EM SALVAS
O2 100% 6-12l/min por 15-20 min
sumatriptano 6mg sc
Tartarato de ergotamina 1mg vo
Lidocaina solucao aquosa ou gel a 4% via intranasal + descongestionante nasal
Pc.: cefaleia em salvas
HIDRATAÇÃO ALCOÓLATRA
Tiamina 300mg por 10 dias
Acido folico 15mg por 30 dias
Diazapam por 30 dias
Pc.: alcoolismo, alcoolatra

CESSAR TABAGISMO
Adesivo transdermico nicotina - 1mes (14mg/dia) 2mes (7mg/dia)
Goma de mascar em tabletes de 2mg - 1mes(1 a cada 1-2h) 2mes(1 a cada 2-4h) 3mes(1 a cada 4-8h) - maximo 15/dia
Bupropiona - 150mg pela manha por 3 dias e apos 150mg de manha e de tarde. Parar de fumar no 8o dia. Usar por 4 meses.
Vareniciclina - 1 a 3 dia (1cp 0.5mg 1 vez ao dia) 4 ao 7 dia (1cp 0.5mg 12/12h) 8d ao 4m (1cp 1mg 12/12h)
Pc.: parar de fumar, tabagismo
Nicorette 2mg - 90

Masque ate 8 gomas ao dia, qnd tiver vontade de fumar.

23/11/2013

Cérebros de pessoas sociáveis têm áreas mais desenvolvidas, diz estudo

Pessoas que cultivam amizades e fazem novos amigos com facilidade apresentam cérebros com estruturas diferenciadas, aponta estudo conduzido pela universidade canadense McGill e divulgado durante conferência da Sociedade de Neurociência, nos Estados Unidos.
Segundo a pesquisa, áreas do cérebro de pessoas notavelmente sociáveis exibem dimensões maiores e conexões mais marcantes do que cérebros de pessoas introspectivas.
Para chegar à descoberta, os idealizadores do estudo analisaram imagens dos cérebros de 18 participantes. Antes de terem seus cérebros escaneados, os indivíduos analisados eram questionados sobre quantas interações sociais haviam tido nos último mês —isso ajudava os pesquisadores a estabelecer o tamanho de suas redes de contato.
A análise apontou que nas pessoas com mais tendência à sociabilidade algumas áreas do cérebro (como a junção temporo-parietal, o córtex cingulado anterior e o córtex prefrontal rostral) apresentavam dimensões mais desenvolvidas. Essas mesmas áreas constituem uma rede funcional envolvida nos processos de "mentalização", que atribuem pensamentos e crenças a outras pessoas.
"É como se diferentes regiões do cérebro cantassem músicas diferentes e áreas interligadas cantassem a mesma música", explicou a veículos presentes na conferência a neurocientista Universidade de Oxford MaryAnn Noonan "Mas se essas áreas interligadas estão melhor conectadas, elas cantam essa música de forma ainda mais harmoniosa."

Habilidade adquirida ou nata?

A pesquisa não explica se a sociabilização é que desenvolve essas áreas ou se a tendência à sociabilidade vem de uma estrutura cerebral diferenciada, garantida de nascença.
Explicar essa questão é o objetivo dos próximos passos a serem dados pelos pesquisadores.
Para MaryAnn, caso o cérebro se desenvolva a partir do hábito social isso ocorre devido a uma necessidade apresentada pelo ambiente.
"Se a pessoa está passando grande parte do tempo usando habilidades de sociabilização e seu cérebro está se alterando, talvez ela não esteja aprendendo a fazer outras coisas em seu tempo livre, como tocar piano, por exemplo", disse. "Neste caso, o cérebro está apenas mudando e se otimizando para refletir necessidades."
Fonte: www.uol.com.br

20/04/2012

Tratamento com jogo de computador ajuda jovens em depressão


Um jogo de computador projetado para tratar adolescentes com depressão se mostrou tão eficaz quanto a terapia, informaram médicos neozelandeses em artigo publicado na edição da última quinta-feira (19) do Jornal Médico Britânico (BMJ, na sigla em inglês).
Pesquisadores da Universidade de Auckland testaram um jogo interativo em 3-D chamado SPARX em 94 jovens diagnosticados com depressão. Os adolescentes tinham, em média, 15 anos de idade.
O SPARX convida o usuário a participar de sete desafios durante quatro a sete semanas em que seu avatar tem que aprender a lidar com raiva e dor e transformar esses sentimentos negativos em pensamentos positivos.
De acordo com diversos métodos de análise da depressão, o SPARX, usado por três meses, foi tão eficiente quanto a terapia convencional.
Além disso, 44% do grupo de teste do SPARX que completaram pelo menos quatro das sete fases do jogo se recuperaram completamente. Em grupos de apoio convencionais, o percentual dos que são totalmente curados é de 26%.
Segundo o estudo chefiado por Sally Merry, professora do Departamento de Psicologia Médica, "o uso do programa resultou em uma redução clínica significativa da depressão, da ansiedade e do desânimo, e em uma melhora da qualidade de vida".
Os adolescentes também deram uma boa avaliação para o SPARX, afirmando que gostaram de poder jogar em casa e aprender no seu próprio ritmo.
Ainda que a terapia em grupo tenha níveis de aprovação similares, 80% disseram que recomendariam a terapia pelo computador para outras pessoas.
Fonte: UOL

25/12/2011

Psicopatologia no Cinema Brasileiro

A psicopatologia é a base para o estudo da Psiquiatria. Através da psicopatologia é possível descobrir os parâmetros da psique do indivíduo, e se há alguma alteração presente. 

Vários filmes nacionais e internacionais oferecem material de estudo para quem se interessa pela área. Abaixo está uma excelente lista de filmes nacionais. Enjoy!



23/12/2011

Morar em grandes centros aumenta risco de esquizofrênia

          A vida num grande centro urbano é para a maioria das pessoas muito estressante. Um estudo alemão/canadense mostra se, e como, o risco de esquizofrênia se associa com a vida urbana.


          Você acha a vida na cidade um tormento, que estressa e deprime as pessoas?. Mas ao mesmo tempo não consegue se imaginar vivendo numa cidadezinha ou área rural?. Se suas respostas para as questões acima são afirmativas, você vai se interessar pelso resultados de um estudo publicado na revista “Nature’. Mas antes vale lembrar que mais da metade da população mundial vive agora nas cidades. E que um ambiente urbano saudável é uma das principais prioridades políticas de diversos países. O fato é que a vida nas grandes cidades tem enormes vantagens, mas também traz sérios riscos à saúde. Em particular, a saúde mental é negativamente afetada pela vida nos centros urbanos: transtornos de humor e ansiedade são mais prevalentes em moradores da cidade. Do mesmo modo, a incidência de esquizofrenia é fortemente aumentada em pessoas nascidas e criadas nestes locais.


          Esta é a conclusão de um estudo, conduzido por pesquisadores da Alemanha e do Canadá, o primeiro a mostrar que duas regiões cerebrais, que atuam na regulação da emoção e do estresse são, particularmente, afetadas pela vida urbana. Eles avaliaram as atividades cerebrais de voluntários saudáveis de áreas urbanas e rurais na Alemanha. Por meio da análise de imagens obtidas por ressonância magnética funcional, o grupo observou que viver nas cidades estava associado com maiores respostas ao estresse, na região da amígdala, parte do cérebro envolvida no controle da emoção e do humor. Por outro lado, ter crescido em área urbana se mostrou associado com atividade maior no córtex cingulado, região envolvida na regulação do estresse. Segundo os autores da investigação o risco de desenvolver ansiedade é 21% maior para essas pessoas. Já a incidência de esquizofrenia é quase duas vezes maior em quem vive nos grandes centros.

          Para eles, ao longo da vida da pessoa, regiões do cérebro diferem em vulnerabilidade ao fator ambiental. E conhecer esta associação pode ser útil para melhorar a qualidade de vida nestas áreas. Nós, urbanos, estaremos aguardando, louca e ansiosamente por estas respostas (Lederbogen et al.City living and urban upbringing affect neural social stress processing in humans. Nature  2011,  474 (7352):498-501).